O CONHECIMENTO E A FREQUÊNCIA DOS MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS DE BELO HORIZONTE PELOS DISCENTES DA UFMG

Aline Damasceno, Wagner Lucas Pereira

Resumo


O presente artigo apresenta uma pesquisa de usuários de museus que objetivava evidenciar o conhecimento e a frequência dos museus e instituições culturais da cidade de Belo Horizonte pelos discentes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A problemática basilar para o estudo é sondar a potencialidade do público com elevado nível de instrução escolar na frequência dos espaços museológicos da cidade. Para tanto, foram arquitetados e correlacionados métodos quantitativos e qualitativos, os quais possibilitaram em algumas análises prover evidências de que algumas hipóteses aqui propostas são verdadeiras e a observação de resultados relevantes. A partir dos resultados de ambas as fases da pesquisa, pôde-se concluir que, apesar dos discentes da UFMG terem afirmado que têm por hábito cultural frequentar os museus, boa parte dos participantes, seja aqueles que ascenderam a pesquisa através do questionário ou através da entrevista, não costumam frequentar assiduamente estes espaços. Destaca-se, que muito dos espaços que obtiveram grande indicações de desconhecimento ou de não frequência, são instituições com orçamentos minúsculos, que não comportam a demanda de trabalho. Por fim, serão expostas algumas considerações finais que mesclam as conclusões gerais da pesquisa com algumas meditações encontradas na leitura bibliográfica sobre o tema.

Palavras-chave


; Conhecimento; Frequência; Público; Belo Horizonte.

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